Metodologia

Medir primeiro. Automatizar depois. Escalar apenas o que prova valor.

O FillMyCourt trata courts como inventário perecível, mas não chama a todo o vazio “receita recuperável”.

1. Mapear a economia do inventário

Por court e daypart medimos preço, utilização, cancelamentos, disponibilidade libertada, jogos incompletos e probabilidade de venda sem intervenção.

2. Separar quatro números

Unsold capacity é toda a capacidade não vendida. Addressable leak é a parte onde existe uma intervenção plausível. Recovered gross é receita associada à intervenção. Net incremental desconta incentivos, fees, reembolsos e reservas deslocadas quando aplicável.

3. Atualizar o CRM automaticamente

Recência, frequência, valor, preferências, nível, parceiros e comportamento podem alimentar segmentos dinâmicos. O objetivo é evitar listas manuais e trabalho administrativo diário.

4. Executar sem publicar o nosso playbook

O clube vê governance, opportunity queue, canais e resultados. Scoring, thresholds, cohort rules, sequencing e escalada fazem parte do produto/serviço e não são publicados em detalhe.

5. Booking como parte do revenue loop

No MVP pilot, o Booking Hub pode combinar booking nativo FillMyCourt com conectores autorizados para sistemas existentes. A disponibilidade técnica depende da API/export e das regras do fornecedor. Quando não há conector, o fluxo pode encaminhar para o canal oficial do clube.

6. Federação e rede

Uma federação pode usar o front-end como diretório e camada de booking para clubes participantes. O objetivo é unificar discovery e disponibilidade sem exigir que todos os membros substituam o seu sistema atual.

7. Atribuição antes de execução

A regra de medição é acordada antes de reportar uplift. Um booking que aconteceu depois de uma ação não é automaticamente contado como receita incremental.